The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Sunday, August 30, 2009

é esse.

É esse que é o último. Eu juro. Postando do além, de algum cubículo do cérebro. De algo que talvez ainda funcione de alguma maneira racional.
Já perdi o sentido de utilidade do post. Falar que perdi o
sentido de utilidade das coisas no geral seria meio drama-queen. Mas eu sempre
fui meio drama-queen, então eu digo que, esta noite only, perdi o sentido de
utilidade das coisas. Back to wonderland....

Não seja mané

O i fica maiúsculo não por causa do pingo, mas sim porque está no começo do nome. Entendeu?
E eu tenho um tio chamado Mané. Meu Deus, agora todo mundo descobre que sou eu!

É melhor avisar o leitor (inexistente)

...de que quem escreveu aquilo do amor unilateral nem é escritora (ainda, talvez algum dia seja, se possível será, espero eu) e nem é famosa, mas ela é ela e eu concordo com ela. Quem é ela?
Eu só sei que ela não costuma colocar esse textinho do "o amor é algo unilateral..." como sendo texto de corrente de e-mail escrito pelo Fernando Pessoa, ou Arnaldo Jabor, ou Victor Hugo, Ubaldo, e afins...
Capaz ainda dela mandar algum dia esse e-mail (será?) e colocar como "autor desconhecido" e depois chorar de raiva ao pensar nos royaltes....(porque, claro, ela ia ficar milionária!)

Credo. Lá vem o credo de novo. Eu tenho medo do credo.

Errata

Na frase "não, tenho que ser mais realistas..." do post já aqueci as turbinas lê-se: "tenho que ser mais otimista".
Isso é importante, porque, na maioria das vezes, o otimismo nada tem a ver com o realismo!!

E alguém alguma vez já leu num livro, de uma escritora famosa, que "o amor é algo unilateral....". Concordo com ela.

Eu não sou engraçada, mas eu tento.

Às vezes eu consigo. Mas isso não vem ao caso...o título nunca tem a ver com o texto mesmo.
No geral, tenho andado bem, fora os meus tropeços cotidianos. Não adianta botar a culpa nas calçadas esburacadas, isso é uma condição inerente aos seres paulistanos!
Preocupações idiotas ainda me assomam, um medo ridículo de ser e de sentir, mas acredito que não seja nada tão preocupante como antes. (Aqui cabe algum histórico psocológico - que não existe - mas que viria a calhar). Fora estes pensamentos tudo corre bem na cachola. Os problemas, no geral, estão sendo encarados. Fato é que aidna tenho muita coisa pra terminar nessa vida antes que ela termine comigo.
Credo. Da onde vem o credo? Credo da vida, ou da morte? Credo do problema? Credo de crer? Quem crê, viaja?

já aqueci as turbinas

O meu lançamento da semana possui errinhos toscos e uma pitada de insatisfação. Talvez tenha dado um pulinho em diagonal, não chega a ser totalmente pra frente. Não, tenho que ser mais realistas, foi pra frente, mas caí meio com o pé torto, só não cheguei a torcer.
Eu gosto de pingos nos i's, mas no meu nome não dá pra colocar, porque a letra fica maiúscula. Isso deve gerar algum problema específico. Dificuldade em (de)terminar as coisas.
Pra variar essas coisas que me atinam e que não fazem sentido para mais ninguém. talvez só façam sentido para essa pessoa que vos fala desse segundo...pronto! Agora não faz mais.

A gente costuma achar interessante aquilo que não é

Interessante, não é?