A neurose cotidiana continua firme e forte, obrigada.
E continuo vendo e sentindo e querendo...já disse antes que a querência não tem fim. Sou criança de três anos: eu quero e tudo é meu. Mas continuo levando na cabeça, porque preciso. E eu ainda anseio pelas coisas ridículas, como um ataque de sinestesia que me faz querer nadar numa piscina de chocolate e marshmellow só pelo prazer do macio. Com alguns lampejos de um beijo quente no meio, porque eu sou humana.
De resto, tudo muito insípido pro meu interno louco desvairado. Tudo muito necessário demais.
