The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Monday, November 27, 2006

Veias

Chega de coisas efêmeras. Eu posso me permitir sentir de vez em quando. Ser aquela que os outros não imaginavam, porque eu sou o que me tornei e não o que era há dez anos atrás. Serei tudo o que qusier ser!

Se vier a ser nada é porque me tornei niilista

A rotina é incompatível com a escrita

Tudo deturpa o tudo. Não sei sentir porque sinto demais. Não há o que pensar, só fazer e sentir que não se faz nada....sempre assim, rotina enfastiante. Mudar? Como? Pra quê? O quê faz sentido deveria fazer sentido? Perguntas idiotas de quem não vive...escreve torpes cousas...necessidade maldita de catalogar o mundo!

Ego, a revolta

Cansei de ouvir o que sou e o que não sou. Ser é muito complicado, existir já demanda muita coisa...garota de um único conto tosco e primário? Talvez...a insegurança mata tudo, é a pior devastação já vista em todos os futuros anos desse mundo de prazo vencido.

Wednesday, November 15, 2006

Isso é só legenda

...e faz tudo aquilo que você sempre quis fazer, até porque a gente sempre acaba fazendo um dia, por bem ou por mal. Fecha todas as suas feridas, põe anti-séptico, assopra antes, o que precisar, não poupe porque acha ridículo no momento. Na hora quase tudo é ridículo, depois o que parecia correto é que se mostra absurdo. Tudo é seu, principalmente você mesmo, se você não fizer o que quiser com você outros o farão....depois deve-se anotar a placa e rezar por perdas e danos. O que resta é o que sempre restou e restará, portanto nem adianta pensar muito nisso...
O filme já começou e sinto que perdi meia hora...

Wednesday, November 08, 2006

Só há tempo pra viver (pra morrer não há hora)

Se as coisas não fossem tão doidas, talvez nem fossem coisas. O que pra mim é doido pra outro é entediante. Não posso querer algo que não veio pra mim. Simples e confuso assim. Os sentimentos vêm todos deturpados, uma grande onda devastando todo o marasmo que parece de anos atrás. Tudo interligado, sem coincidências, ou talvez com todas elas.

Nunca poderei saber