Eu não sou engraçada, mas eu tento.
Às vezes eu consigo. Mas isso não vem ao caso...o título nunca tem a ver com o texto mesmo.
No geral, tenho andado bem, fora os meus tropeços cotidianos. Não adianta botar a culpa nas calçadas esburacadas, isso é uma condição inerente aos seres paulistanos!
Preocupações idiotas ainda me assomam, um medo ridículo de ser e de sentir, mas acredito que não seja nada tão preocupante como antes. (Aqui cabe algum histórico psocológico - que não existe - mas que viria a calhar). Fora estes pensamentos tudo corre bem na cachola. Os problemas, no geral, estão sendo encarados. Fato é que aidna tenho muita coisa pra terminar nessa vida antes que ela termine comigo.
Credo. Da onde vem o credo? Credo da vida, ou da morte? Credo do problema? Credo de crer? Quem crê, viaja?

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