The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Friday, July 11, 2008

Epifania

A rede balançando e as águas, águas vivas com peixinhos voadores. E todas aquelas paredes que em mim se tornaram cor de abóbora. Os bancos que não eram só para sentar, mas também apoiar as duas garrafas largadas uma em cada canto, gêmeas. Ventilador salvador, janela indiscreta, meninas, o café já está na mesa. A escadinha um tanto épica e o banco de namorar. Da platéia também não esquecerei.

Aquilo tudo me lembrou da vida.

dob Sigur Rós: Festival

Isa e o vale?

Nem todos vivem de poesia ruim. Alguns ganham este posto com merecimento. Outros sofrem no papel ou na tela, tentando algo perto do ruim.
Tudo assim sem muita intenção. Hoje as idéias estão fracas, meio congeladas no vento da rua aqui de casa. Aliás, um vento este sem por quês. Ele começa sei lá onde e termina no meu quarteirão. Pode estar o melhor dia ensolarado, sempre restará aqui uma brisa gelada...um El Niño provinciano que brota do chão.
Agora o que me resta é o frio de um chá e o quente do cobertor. Um filme pra adormecer, filme que merecia ser visto, mas que será sonhado com atenção.