The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Thursday, September 06, 2007

Sem Título

Talvez tenha se passado um mundo em letras enquanto dormi. Sono de muito tempo, sono-terapia. Nem poderia dizer mais por quê me vejo escrevendo aqui...parece um tanto desconforme.
Sem exclamações aqui vou eu, num passeio inútil através do meu vazio.
Poderia dizer que melhorei bastante, internamente, mas temo que isto crie maus agouros, como se vangloriar por qualquer conquista. Isto é fato, continuo desconfiada.
O que não entendo continua em meu peito, tinindo, mas agora sei quem não entende. Essa é uma grande coisa (e eu aqui a me vangloriar...nunca aprendo), agora eu anseio por essa continuidade de sentimentos; não que eu tenha ganhado algum amor superior, eu ganhei o amor próprio, ou pelo menos o começo dele.
A vida é tão rápida e rotineira agora que preciso ficar doente pra me obrigar a sentar na cadeira e escrever....as aulas enfadonhas também ajudam, mas estou num pequeno recomeço da escrita, não me encontro forte o bastante para continuar enfrentando os demoniozinhos de antes...aliás, acho que estes até já se foram (exclamações, porque não brinco quando digo que estou sem elas).
apagando tudo o que escrevi no post abaixo, creio que já chega do sarcasmo que põe pra baixo...agora o que vale é enfrentar as situações, se enxergar plenamente, e não só se xingar por um pequeno vislumbre de si mesma.
Não quero mais fugir da trilha....a questão é essa.