Nas horas frias da madrugada...
Isso parece título de algum poema suicida. Não que eu já tenha ouvido falar de algum poema que tenha se suicidado...
Chega uma hora em que bate sempre a mesma tecla, de que há algo errado. E quando não há algo errado? Eu ainda não sei qual é o ponto de se deixar sozinha para depois ser dois. Acho que varri os caquinhos de metade dos meus nervos pra debaixo do tapete. São os medos da madrugada. A lua que deixa tudo mais clichê. Musiquinhas suaves que apertam tudo por dentro. Algo errado sempre haverá. (Já diria mestre Yoda)
