The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Saturday, January 27, 2007

For a music, like "exit (for a movie)"

Empty spots in her mind.
She's alway's loosing when it ends.
There's no balance, no flaming feelings.
Just the solid body sleeping in a nail's bed.
Ins't easy to admit, nor brilliant
There's no vain, just stupid veils
pulsing in a perfect blue sky

Just for now
Just for now she'll wait to recieve
Just if it exists
That simple little thing
that have's no name
have's no shape

And then she'll fade away
into grey's spaces
walking like an alien with the human races.

Happy men's find their love
in dirty streets of many names.
Kids with too much candy's
always hate their lovely parents
She's no mum, slut or sweetheart
Just a passenger with no eyes for them
No words in the mouth
No mouth in the face
No lips in her kiss

But just for now
Just for now she'll wait to recieve
Just if it exists
That simple little thing
that have's no name
have's no shape
no colour or shame,
just there, almost there...

And finally she'll fade away
into grey's spaces
walking like an alien with the human races.

Thursday, January 25, 2007

Como pode alguem dominar seu assunto por tanto tempo e sumir dele em apenas alguns dias? Assim, sem maiores dramas, some e ponto. O problema não é a pessoa e sim como ela pôde ocupar tanto da sua mente inutilmente. A inútil mente...

Ninguém morre de véspera

Nada melhor do que a vida para desmitificar suposições descabidas. Vida em copos, escorrendo pelos cantos da boca ou mergulhando garganta dentro. Usa acontecimentos passados para imaginar o presente, afinal, coincidências bizarras sempre existem, mas não quando são premeditadas. O fim da noite para ela é sempre o mesmo há muito tempo: o remoer do não foi. Agora nem tem que ser mais, minha querida...nem queira que seja mais...nem queira.

Tuesday, January 23, 2007

Janta

Ali. Nesse meinho de tudo. Isso aí no meio. Parece pouco? Aqui está fervilhando...os pontinhos rendem bastante colocando água! Pode chamar mais gente...

É como se algo que a gente não sabe se vai acontecer parece que vai acontecer num segundo e mudar todo o rumo de sua vida. É isso que dá na barriga da gente...

São os pontinhos que fermentam no tempo.

Wednesday, January 17, 2007

O sujeito é indeterminado

Parece um grande acúmulo de términos que precisa ser urgentemente aliviado. Sem muitos começos, mas múltiplos fins borbulhando de cada coisa que faço. E penso que se ele me ligar eu direi que ela se mudou, não existe mais aqui dentro, foi embora, não disse o por quê, nem deixou número...se ela volta? Quem sabe? Tenta de novo algum dia...
E assim se faz aquele sentimento idiota que em algumas músicas se expõe, sem saber se é real, contando com a eterna dúvida de ser algo meramente planejado pela mente para sentir alguma coisa.
São os mesmos momentos do que não era martelando algo que nem sabe mais se é.