Ninguém morre de véspera
Nada melhor do que a vida para desmitificar suposições descabidas. Vida em copos, escorrendo pelos cantos da boca ou mergulhando garganta dentro. Usa acontecimentos passados para imaginar o presente, afinal, coincidências bizarras sempre existem, mas não quando são premeditadas. O fim da noite para ela é sempre o mesmo há muito tempo: o remoer do não foi. Agora nem tem que ser mais, minha querida...nem queira que seja mais...nem queira.

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