The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Saturday, August 27, 2011

Estar só

De músicas eu me componho. Absorvo existências pelas ruas. Me imagino dentro de mais um enigmático indie movie. Os muros que me ceram são altos demais: a proteção contra o mundo. As frases me parecem muito complexas para se acoplarem umas as outras, um bando de peças incompatíveis. E quando as coisas não vão bem...elas vão mesmo assim. É sempre fácil achar um traço de felicidade na desgraça e de desolação na vitória. E eu não tenho mais a ilusão de que as ilusões não existem.

Thursday, August 25, 2011

Ah, os filmes!

Às vezes passo algum tempo em jejum de bons filmes. Parece tudo um tanto manjado, leitinho morno antes de dormir. Mas então, quando eu canso de esperar por algo que me arrebate eis que sou sugada por alguma história imprevista...
Eu gosto de romances. De boas histórias, daquelas tão cabeludas que devem ser verídicas ou, no mínimo, verdades aumentadas. Saí do "Esses amores" de Claude Lelouch, outra pessoa. Parecia que a verdade estava lá, que todo o sofrimento da vida tinha voltado a ganhar propósito. Nada como saber que passaremos por maus bocados para chegar a insights em que tudo é claro e faz sentido. E todo mundo, TODO MUNDO, na vida tem pelo menos uns bons 5 insights desses grandes!Daqueles em que pensamos que poderemos morrer felizes e depois no sentimos culpados por sentir isso. Nada mais humano. Nada mais real.

Labels: ,

Wednesday, August 24, 2011

the show must go on

de novo com medo do vazio. Desses lapsos de vida. Sinto que morri mil vezes, algumas vezes sem renascer. Parece que me deixei em certos lugares..tenho medo de olhar no espelho e ver que me falta uma orelha, uma pinta, uma ruga. A gente chega inteiro no final? Doutor, é normal?