The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Monday, September 20, 2010

Para não parecer que sou feita de perguntas...

eu digo que sim...que sou cheia de dúvidas...sobre quem sou, sobre o que quero, sobre o que querem de mim. Mas tem uma diferença bem grande, eu estou preparada pra enfrentar, e, o principal, para me enfrentar. E que venham outros meses para mudar tudo!

O nada foi salvo às 18:38

Ontem, sem querer, assisti ao filme que tinha preparado para assistir em casa. Peguei quase do final, no Telecine Cult, o "Bonecas russas". E fico imaginando se esses finais felizes acontecem...não como a utopia disneyniana do "e eles viveram felizes para sempre". Eu quero dizer aqueles finais felizes de momentos, de instantes bem resolvidos, existem? Tudo bem, devem existir, mas acontecem quantas vezes na vida? O final realmente feliz, aquele em que os dois estão de comum acordo com esse sentimento fugidio...

Mas o problema maior não é esse, o problema é que tudo o que eu penso que deve ser aprimorado num futuro relacionamento acontece...mas sem o relacionamento propriamente dito. Eu digo que eu quero mergulhar em alguém, eu mergulho, mas saio molhada numa ventania e sem ninguém pra me estender uma toalha ou uma roupa seca. Já devo ter perguntado isso...mas existe reciprocidade que funcione? Existirá nesse mundinho fétido um casal que se goste e que queira crescer junto?! 

Menos um

Acho engraçada essa minha mania de enfiar o título antes, como se a minha maior preocupação fosse com ele. Na verdade não tenho preocupação alguma com isso aqui, com esse despejo de caramilholas em papel digital. Babaquices fast food. Bla bla faz tempo que não escrevo..quase um aniversário de nada por aqui.

Não tenho muito a acrescentar. Estou muito ciente nesses dias. Principalmente do tanto de coisas que tenho que cumprir, do quanto as coisas são difíceis, de que por mais que as ache difíceis elas são bem piores no geral, e lá vem....esse bando de coisas que desfilam na minha mente. Às vezes eu não acho nenhuma graça em tentar adivinhar o pensamento alheio. Descobrir se uma pessoa realmente se importa ou é mais um egoista crônico. Ah, se a cada frase que não dissessemos viesse uma vozinha interior pro outro explicando os por quês do sim, do não, do talvez, do silêncio e das lágrimas...seria chato?