The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Sunday, April 29, 2007

Dói, um tapinha dói sim!

Levei umas boas porradas ultimamente. Maioria de mim mesma. A vida é bem parecida com aquele saco de boxe, você dá uma porrada que já te quebra a mão e ainda recebe a volta, mais pesada que desloca o ombro. Não existe essa de desviar, o negócio é não provocar com o soco inicial.
O mais legal, ou não, é chegar um dia e descobrir que você sabia quem era e o que queria bem antes de várias pessoas, mas aí se perdeu no meio, no meio de sua megalomania.

Eu rezo e prezo pelo meio termo.

Um breve relatório sobre um mês em branco

Tempo. Nunca é tempo demais, sempre tempos escassos, minutos de dez segundos; horas de dez minutos. Cada vez eu tenho menos tempo para me organizar, menos tempo para mim. Talvez, quando crescemos, o tempo seja apenas a medida de horas do quanto você ganha por mês, medida imperfeita do tanto de coisas que você não conseguiu fazer. É uma briga absurda para ter um tempo para si mesma e, quando se tem esse tempo, não se sabe mais o que fazer consigo mesma.
O que é produtivo é ficar em paz. Nem que isso seja ficar numa banheira por três horas (de sessenta minutos) morgando. Isso pode ser a melhor coisa que você fez em anos, comparando com todos os shows, viagens e outras coisas que seriam consideradas maravilhosas por todos à sua volta.
Ultimamente tentando seguir o mantra de não me afogar em pensamentos. Pensamentos devem servir pra alguma coisa.