The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Tuesday, December 26, 2006

Oi! Tudo bem? Faz tempo que a gente não se vê, né?...

Por quê é tão difícil falar simplesmente "Estou com saudades..."? Já ouvi isso, seria só repetir...com um certo tempo de lag, true...but still just repeat! Não adianta me comprometer a ligar e dizer...essas coisas premeditadas nunca funcionam. Resta este triste fato da saudade existir, sozinha, alojada. Senti e está aqui pra registro, foi de você.
Quero ouvir sua voz.
Ao bater cada tecla desta última frase os olhos se
arregalam...por quê fingir que não sente? Por quê esconder o óbvio
ululante? Coisas óbvias pululam em cores de arco-íris!

Medo

"Essa frase é pra você". Sim, eu sei que era, não duvido. Fazer o quê então? Algo? O nada pareceu bastante por um longo tempo, e o pior: fazer alguma coisa não significa que era preciso fazê-la. Fica assim então, eu sei o que eu deveria fazer mas o medo de ter que enxergar tudo às claras é grande. Faz o seguinte, se chover não precisa molhar. Se for eu vou. Tchau hein!

Saturday, December 23, 2006

Eu não sou a Rainha de Copas

Voltei a sentir agora ou antes já era assim? Estava preso numa redinha bem frágil? Estava escondido dos meus olhos num cantinho escuro? Pensar demais implica em não saber o que pensar. O que sentir não há jeito, sentimos e ponto, mal irremediável (ou remediável com entorpecentes, maybe). Vendo o Basquiat só percebi mais que somos todos uns perdidos mesmo....somos quem? Quem sois vós? Quem és tu? Whooo are uuuuu?

Feliz desaniversário

Friday, December 22, 2006

Quebrou de vez

Agora ele ficou espetado no ponteiro dos segundos, espetinho de seis que travou todo o tempo. Encalacrou. Sem tic-tac. Já não o fazia mas agora é certo de que não o fará. Talvez seja isso...só temos certeza quando não dá mais pra ser, mesmo se nunca tinha sido. Sempre tem aquele pedacinho tosco palpitante da gente que anseia por algo que ainda pode ser, mesmo que tenha a probabilidade de um elefante passar pelo buraco de uma agulha. Tudo é possível pro tosquinho...
É triste demais quando se sabe que não vai ser. Quando sabe-se que é melhor assim porque o tosco se acalma. Quando algo dentro quer chorar porque se enganou de novo...o tempo engana a gente, com ele parado não há mais problema.

E sem chegar à conclusão alguma, porque ela não existe.

Placebo

Isso mesmo, daqueles que enganam e te curam com sua própria mente.
Por quê funciona?
Porque a mente mente pra gente.

Hoje é dia...

De dizer frases fabricadas estúpidas como "alone doens't feel so cold..." porque a chuva de verão que mal é verão se abate sobre toda a podridão humana. Abominável natal endividando as pessoas, dilacerando almas corrompidas por uma triste angústia vinda não sei de onde e que produz não seio quê.
De andar no meio da verdadeira gente acabamos virando nossa própria experiência sociológica, encontramo-nos por dentro das grades de uma cela muito feia e grosseira, fedendo à realidade. Realidade que se reflete na putrefação disfarçada de odores de suor nos trens abarrotados de almas subnutridas e delimitadas.
Mas há também as flores... milhões que vivem "soltas" em nuvens fofas de presentinhos e perus pré-assados, gordos tenros e genéticamente modificados. Que vivem no paraíso dos cogelados onde tudo estraga mais devagar, tudo já está ligeiramente gelado e sem gosto. A liberdade destas nobres almas ganha seu auge com industriais hand-made ou inovações revolucionárias derivadas do mais novo customized. Em época de natal, os feelings estão sempre 20% off, mas em janeiro se aproveita mais, os mesmos estarão no 50% off sale.

tudo é pré-fabricado, vire-se pra
customizar sua vidinha aprovada pelo imetro!