E tem um bom motivo sim...
...de aprender a ser uma sóm para depois ser nós. Assim me ensinou Clarice em Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. Não que eu sinta que seja possível um final feliz, mas sempre há...só que nunca é um final.
E é nessas horas que temos estas epifanias de que tudo está certo porque assim deve ser e que respeitamos nosso tempo mesmo errando, que sempre há e haverá algo a mais para encher a cuca de guloseimas psicossomáticas e o que mais quiser vir junto.

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