A não-lição dos dias
Quando pequena, devaneava sobre um beijo inesquecível, vivia para isso, nascera para isso. Mas também conciliava o romantismo com seus projetos de vida, queria ser bombeira, policial ou política. De dia pensava nos salvamentos, ou em como mudaria o mundo e de noite sonhava com seu príncipe encantado, príncipe não, o homem da sua vida era o Aladdin.
Hoje não sabe mais o que fazer, projetos de vida não habitam mais sua mente, pensa só no talvez. O romantismo? Escapou após o primeiro e tão sonhado beijo, ficou lá, talvez, no pequeno canto de um prédio para alugar. Isso só faz pensar que as pessoas desaprendem com o tempo...
Hoje não sabe mais o que fazer, projetos de vida não habitam mais sua mente, pensa só no talvez. O romantismo? Escapou após o primeiro e tão sonhado beijo, ficou lá, talvez, no pequeno canto de um prédio para alugar. Isso só faz pensar que as pessoas desaprendem com o tempo...

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