As coisas fingem que mudam só pra confundir o hábito
Após muito pensar e não chegar há lugar algum, como sempre, se cansa e olha o mundo à sua volta. Seu altruísmo é egoísta que só. Seu egoísmo existe e está trancafiado de todos os meios possíveis, mas no fundo, na jaula, sabe que só tem olhos para si mesma e que cultivou isso durante toda sua vida. Não se perimitia olhar no espelho, não se permitia tocar a face, não se permitia ser olhada. Agora acha, ou finge, que permite. E assim o tempo passa, ou não passa...finge que passa, e pela primeira vez é um ser sociável, "útil".

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