The Insane Clock

Insane clock in my head, strange hours that doesnt exist

Thursday, December 29, 2011

Ao que tudo indica...o tempo.

uma missão pouco clara, a minha. Canso de me azarar. Está na hora de ter alguma coisa, de assumir algo que possa dar certo, de não ter medo de seguir em frente. De entregar. Engraçado é dar um livro que, na verdade, foi feito para mim...não por sua autora, mas pelo momento que veio às minhas mãos e a preparação para lê-lo, mesmo sem saber de que necessitaria dela.
Tudo bem. Que seja válido no que tiver de ser. Realmente, eu acredito em momentos corretos, mesmo que não pareçam.

Friday, December 09, 2011

furacão

Coisas que precisamos passar. Tudo. Até mesmo marasmo. Tem vezes que não consigo compreender, por mais que pisque em minha frente, se anuncie, berre, esperneie. Outras coisas pareço nem querer mais compreender,,, (sem reticências).

Os furacões servem para movimentar tudo, remexer, rearrumar a casa. Arrumações internas. Jogar fora o que estiver pequeno,  que não for mais usar. E não deixar para ninguém aquilo que não era bonito em mim. As coisas ruins vão se evaporar.

Evaporar. Em vento, carregados para longe, peneirados, cobertos de boa música, acalentados, amaciados, para depois não o mais tarde, para o depois daquilo que transmuta.

Diferente

Ainda fraca. Sendo franca. Mas vejo as coisas de forma diferente. Consciente. Só eu posso me mudar, só eu posso fazer as minhas coisas, tenho que me responsabilizar por minhas atitudes e tenho que tomar atitudes com base em vontades próprias. Ok. Repassado o texto. Algumas coisas ainda me enfurecem...acho que comigo mesma. Preciso me concentrar em coisas práticas. Sempre pra frente. A missão é seguir em frente. Não posso esquecer que as coisas são sim diferentes.

Tuesday, December 06, 2011

está difícil de escrever, até o teclado  me parece inóspito, os dedos escorregam, as unhas atrapalham, a falta de prática, a falta de coragem. Não posso perder a coragem de ser, nunca. Não posso ficar dando passos para trás. Esse medo besta de seguir em frente. Ele sempre ressurge nas reticências do caminho, preciso acabar justamente com essas reticências. Sem me anular!

basta

Talvez seja um basta às reticÊncias...? Queria mudar o rumo, traçando vírgulas, sem reticÊncias no final. O que tiver mais movimento. Ainda tenho medo dos pontos finais. Mas a vírgula talvez acrescente mais, sempre mais, sempre mais, sempre,

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Wednesday, November 23, 2011

E eu estou de volta no jogo!

É um jogo mais calmo, talvez gamão. a grande frase da noite, desde ontem, by Feist: "we don't need to say goodbye".

Sempre nos mesmos meses

É que os meses coincidem todo ano.

Não, quero dizer, são meses cabais, (para todos, talvez?) setembro, novembro, dezembro, janeiro e o mês do nosso aniversário. Pontos marcados para cutucar tudo aquilo que merece ser cutucado pelo menos essas cinco vezes ao ano (sorte de quem cutuca só 5 vezes e consegue cutucar novas coisas depois!).

E tem um bom motivo sim...

...de aprender a ser uma sóm para depois ser nós. Assim me ensinou Clarice em Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. Não que eu sinta que seja possível um final feliz, mas sempre há...só que nunca é um final.

E é nessas horas que temos estas epifanias de que tudo está certo porque assim deve ser e que respeitamos nosso tempo mesmo errando, que sempre há e haverá algo a mais para encher a cuca de guloseimas psicossomáticas e o que mais quiser vir junto.

Friday, September 16, 2011

Nas horas frias da madrugada...

Isso parece título de algum poema suicida. Não que eu já tenha ouvido falar de algum poema que tenha se suicidado...

Chega uma hora em que bate sempre a mesma tecla, de que há algo errado. E quando não há algo errado? Eu ainda não sei qual é o ponto de se deixar sozinha para depois ser dois. Acho que varri os caquinhos de metade dos meus nervos pra debaixo do tapete. São os medos da madrugada. A lua que deixa tudo mais clichê. Musiquinhas suaves que apertam tudo por dentro. Algo errado sempre haverá. (Já diria mestre Yoda)

Saturday, August 27, 2011

Estar só

De músicas eu me componho. Absorvo existências pelas ruas. Me imagino dentro de mais um enigmático indie movie. Os muros que me ceram são altos demais: a proteção contra o mundo. As frases me parecem muito complexas para se acoplarem umas as outras, um bando de peças incompatíveis. E quando as coisas não vão bem...elas vão mesmo assim. É sempre fácil achar um traço de felicidade na desgraça e de desolação na vitória. E eu não tenho mais a ilusão de que as ilusões não existem.

Thursday, August 25, 2011

Ah, os filmes!

Às vezes passo algum tempo em jejum de bons filmes. Parece tudo um tanto manjado, leitinho morno antes de dormir. Mas então, quando eu canso de esperar por algo que me arrebate eis que sou sugada por alguma história imprevista...
Eu gosto de romances. De boas histórias, daquelas tão cabeludas que devem ser verídicas ou, no mínimo, verdades aumentadas. Saí do "Esses amores" de Claude Lelouch, outra pessoa. Parecia que a verdade estava lá, que todo o sofrimento da vida tinha voltado a ganhar propósito. Nada como saber que passaremos por maus bocados para chegar a insights em que tudo é claro e faz sentido. E todo mundo, TODO MUNDO, na vida tem pelo menos uns bons 5 insights desses grandes!Daqueles em que pensamos que poderemos morrer felizes e depois no sentimos culpados por sentir isso. Nada mais humano. Nada mais real.

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